O processo de adoção

Todo  processo de adoção envolve regras básicas. O primeiro passo é encaminhar-se a uma vara da Infância e Juventude e preencher um cadastro com informações e documentos pessoais.

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  A psicóloga e assistente social, Cínara de Oliveira Evangelista.

                       foto: Ana Carolini

     Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959, representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltada para as crianças. Dentre os princípios estabelecidos está o de que toda criança deve crescer em um ambiente de amor, segurança e compreensão. O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família.

          No Brasil, a constituição federal de 1988 em seu artigo 227 diz que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Além disso, existe o Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA, que é a lei que cria condições de exigibilidade para os direitos da criança e do adolescente, e em seu artigo 19 a lei afirma que é direito da criança e do adolescente ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu desenvolvimento integral.

        Conversamos com a psicóloga e assistente social da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal- VIJ-DF, Cínara de Oliveira Evangelista, sobre como funciona o processo de adoção e de acordo com a especialista, o primeiro ponto para que qualquer tipo de adoção venha ter sucesso, em especial a adoção tardia, é necessário ter comprometimento dos requerentes, resiliência e capacidade de adaptação de todos.

Confira na íntegra a entrevista com a profissional.

        A psicóloga e assistente social, Cínara de Oliveira Evangelista.

                       Vídeo: Ana Carolini